terça-feira, 27 de junho de 2017

Paixão, uma doce ilusão...


Paixão, uma doce ilusão...

O acaso da seta do cupido faz-nos sentir emoções fortes por uma pessoa que até aquele momento foi percepcionado como um simples ser humano mortal.

A paixão faz-nos acreditar que a outra pessoa é divina, que detém super poderes, super qualidades. Que doce ilusão.

É na relação com a outra pessoa, que a vamos conhecendo e que nos vamos conhecendo.

É na relação com a outra pessoa, que vamos construindo castelos ilusórios, ao sabor da paixão.

É na relação com a outra pessoa, que vamos projetando os nossos sonhos, os nossos desejos, as nossas necessidades na outra pessoa.

Gostamos da outra pessoa porque nos identificamos com ela. Encontramos nela, algo que é nosso: algo que gostaríamos ter sido no passado, algo que gostaríamos de ser no futuro, algo que gostávamos de ser no presente.

Até ao dia que tomamos consciência que a outra pessoa não é como imaginávamos. Afinal, o querer da outra pessoa é diferente do nosso querer. Afinal, a outra pessoa é tão humana como nós, talvez com mais defeitos que nós próprios. Sentimos-nos traídos, enganados, desiludidos.

É na relação com a outra pessoa, que vamos reconstruindo as nossas crenças, os nossos pensamentos, as nossas emoções, os nossos comportamentos. Vamos-nos transformando na relação.

É quando aceitamos relacionar-nos com a outra pessoa tal como ela é, com as suas qualidades, defeitos e tempos, que as ilusões caem por terra. Quando aceitamos a outra pessoa tal como ela é.

Quando nos aceitamos tal como somos.

Todos somos humanos, com qualidades, defeitos, ritmos, em constante evolução. Quando aceitamos isto, estamos prontos para viver relacionamentos harmoniosos.

Autoria: Sandra Mendes

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Coincidências vs. Sincronicidades


Coincidências...
Ocorrência de dois ou mais eventos sem uma relação de causa e efeito entre eles.

Exemplos de coincidências:
. No momento em que penso numa pessoa, ela telefona-me.
. Estou a falar sobre uma pessoa, e ela aparece naquele instante.
. Identifico que preciso de comprar uma flor, um Girassol para decorar a sala da minha casa. No dia seguinte, vejo um anúncio, na televisão, de uma loja que vende girassóis.
. Comento com um amigo que gostava de sentir o cheiro de um girassol. Dias depois, durante uma viagem de carro vejo um campo de girassois. Paro o carro e vou cheirar os girassóis.


Sincronicidade
...
Ocorrência de dois ou mais eventos que coincidem de uma maneira significativa para uma ou mais pessoas.

Exemplos de sincronicidades:
. Durante o dia, comento com uma amiga sobre o sonho da noite passada, no qual sonhei com um escaravelho. Na altura, olho para o chão e vejo um escaravelho no chão.
. Ao sair de casa, encontro um velho amigo de infância, que já não vejo há muitos anos. Chego ao trabalho e tomo conhecimento que tenho um novo colega de trabalho, é um velho amigo de infância, que já não vejo há muitos anos. No final do dia, ligo a televisão e vejo que um velho amigo de infância, que já não vejo há muitos anos, está a ser entrevistado no Telejornal.

Mais palavras para quê!


Se existe a possibilidade de algo correr mal, então pode correr da pior forma.

domingo, 25 de junho de 2017

sábado, 24 de junho de 2017

Assumir o comando da vida


Assumir o comando da vida.
Sentir o que há para fazer.
Fazer o que se tem de fazer.
Podes chegar a uma bifurcação ou vais para a direita ou para a esquerda.
Tens de te concentrar.
Tens de interiorizar.
É hora de subir cá acima, tentar sentir onde está a luz, e segui-la.
Esse é o comando.
Isso é que é assumir o comando da vida.
Dois caminhos.
Ter de escolher.
Aceitar escolher a luz.
Assumir o comando.
Ir lá acima sentir qual dos caminhos é de luz.
Escolher.
Seguir o seu caminho.

Fonte: livro "Luz", Alexandra Solnado

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Sofrer mais, para quê?



"O que não tem remédio, remediado está."
Sabedoria Popular



"O que não pode ser resolvido, resolvido está."
Desconheço autoria

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Pingos de Sabedoria


Troque o “não foi isso que eu disse” pelo “entenda como quiser” e seja mais feliz

Uma das atitudes mais inúteis é varrer as folhas enquanto ainda venta e, da mesma forma, não adianta tentar argumentar com quem não ouve, nem tentar agradar a todos, porque ninguém consegue ser unanimidade.

Quanto mais amadurecemos, menos nos importamos com algumas coisas que percebemos serem perda de tempo e com algumas pessoas que simplesmente não mudam por nada nem por ninguém. A maturidade traz essa calma e essa aceitação que nos tornam menos afoitos, menos nervosos, porque vamos aprendendo a dar tempo ao tempo, sem a pressa característica dos jovens que querem tudo para ontem.

Amadurecer é se importar com o que realmente importa, com quem não se nega a rever o que disse ou o que fez, enfim, com o que tem chances de trazer algum resultado. A gente se cansa de bater em tecla furada, de insistir no que não vislumbra futuro algum, de dar importância a opiniões desnecessárias de quem é especialista em perturbar ambiente e em azucrinar a paciência alheia.
Isso porque passamos a entender que cada pessoa irá conceber as coisas à sua maneira, devolvendo na medida exata do que possui dentro de si, nada mais, nada menos do que isso. De nada adianta esperar das pessoas algo além do que elas serão capazes de ofertar e, quanto mais o tempo passa, mais aptos estaremos para discernir o que cada um pode e não pode, aceitando as limitações do que nos rodeiam.

Nem todo mundo está preparado para ouvir o que temos a dizer e a receber o que temos a ofertar. Por essa razão, com o tempo passamos a direcionar nossas energias em direção a terrenos férteis, ignorando a aridez afetiva de gente egoísta, que não consegue enxergar além de suas parcas limitações. Perdemos o medo de mudar, de ousar, de deixar coisas e pessoas para trás, porque não tememos mais o erro. Errar pode ser bom, fazer bem.

Quando amadurecemos, conseguimos perceber que nem sempre estaremos certos, que nem todo mundo irá gostar de nós, que o mundo não gira ao redor de nossas cabeças. Entendemos que somos ínfimos perto da grandeza do universo, mas que nossas ações podem alcançar um número incontável de pessoas, seja quando acertamos, seja quando erramos. E isso nos habilita a exercer a empatia com mais frequência.

Uma das atitudes mais inúteis que existem é varrer as folhas enquanto ainda venta e, da mesma forma, não adianta tentar argumentar com quem não ouve, nem tentar agradar a todos, porque ninguém consegue ser unanimidade. Enfim, buscar estar bem consigo mesmo é o melhor a se fazer, visto que é assim que estaremos prontos a receber o melhor e o pior de cada um, guardando o que for útil e jogando fora o que for imprestável.

Autor: Marcel Camargo
Texto extraído daqui

Qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim




“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, 
qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.
Chico Xavier

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Gerir projetos


Gerir projetos dentro de uma organização!
O gestor de projetos é a pessoa responsável pela concretização, pela realização, pela apresentação de resultados. Deve identificar, reunir e mobilizar os vários recursos para apresentarem os resultados pretendidos no prazo estabelecido.

O que pode correr mal no decorrer do projeto?
. Falta de recursos (dinheiro, pessoas, tempo, matérias-primas, organização do trabalho).
. O orçamento disponível para o projeto é insuficiente para pagar os recursos necessários.
. Surge despesas extras que comprometem o normal desenvolvimento dos trabalhos.
. Falta pessoas por doença, por despedimento.
. Cálculo errado sobre o tempo necessário para a realização das tarefas inerentes ao projeto, para a apresentação do resultado final.
. Engano ou atraso na entrega das matérias-primas.
. A meio da realização do projeto muda as regras ou procedimentos de trabalho, as diretrizes da chefia, da empresa ou do mercado.

O que fazer perante os problemas? 
Todas estas situações levam a uma reanálise do projeto e respetivos resultados.
Essa reorientação pode ser discutida e analisada junto das chefias, dos colegas de projeto, dos parceiros, dos fornecedores, dos clientes.
Através do diálogo é possível encontrar possíveis soluções e escolher a melhor solução para o problema observado.
E tu, como resolves os problemas quando estás a gerir projetos?

Autoria: Sandra Mendes

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Porque é que há tanto desemprego?


Porque é que há tanto desemprego?

Por um lado, o avanço da tecnologia tem roubado postos de trabalho.
Por outro lado aumentou o emprego que exige potencial intelectual, capacidade crítica, criatividade.

Por um lado, há muita oferta de mão de obra (psicologia, administrativos), do que procura no mercado de trabalho.
Por outro lado, há dificuldade em encontrar pessoas talentosas, competentes, criativas e comerciais, para ocupar as vagas de emprego.

Em suma, há um desajuste entre as competências disponíveis da mão de obra e as necessidades do mercado de trabalho.

Soluções:

Para a mão de obra
. Auto conhecimento sobre os talentos, dons e qualidades da mão de obra
. Reconversão profissional da mão de obra
. Rentabilizar os talentos na comunidade

Para o mercado de trabalho
. Mudar as necessidades do mercado de trabalho
. Mudar métodos e metodologias de trabalho
. Mudar a organização do trabalho nas empresas

Preciso de ganhar dinheiro!


João - Preciso de ganhar dinheiro!

Sócrates - E como pensas ganhar dinheiro?

João - Trabalhando!

Sócrates - E vais trabalhar em quê?

João - Não sei! O que é que está a dar? Quais são as profissões, onde posso ganhar dinheiro?

Sócrates - Não sei! Podes ser jogador de futebol e ganhar fortunas como o Cristiano Ronaldo!

João - Mas nem todos os jogadores ganham bem como ele!

Sócrates - Podes ser cantor e ganhar dinheiro como a Madonna ou o Tony Carreira!

João - Sim, mas nem todos os cantores ganham bem como eles!

Sócrates - Pois... Afinal o que queres fazer?

João - Quero trabalhar num emprego que ganhe bem e seja estável!

Sócrates - Mas para ganhares dinheiro, tens de oferecer um trabalho que seja percecionado como valioso para os outros. Senão, porque é que as pessoas haviam-te pagar pelo teu trabalho?

João - Pois... E como posso tornar o meu trabalho valioso?

Sócrates - Oferecendo um trabalho útil e necessário (que satisfaz as necessidades dos teus clientes: bens essenciais, segurança, status, amor e afeto, beleza, realização pessoal), diferente (mais barato, mais completo, mais quantidade, mais qualidade, personalizado ao cliente, que proporciona novas emoções, direccionado para novos nichos de mercado), inovador (diferente dos outros e da concorrência), único (ninguém consegue fazer o mesmo que tu), especial (a pessoa que recebe o teu trabalho sente-se especial).

João - Onde posso descobrir uma profissão ou um trabalho que seja útil e necessário, diferente, inovador, único, especial?

Sócrates - Em todas as profissões e em nenhuma!

João - Como assim?!

Sócrates - O segredo está em ti!

João - Explica melhor!

Sócrates - O que te move na vida? O que te apaixona? O que te emociona? O que gostas de fazer que te faz esquecer o tempo? Descobre isso, e saberás onde e como poderás ganhar dinheiro!

João - Eu gosto muito de cozinhar. Gosto muito de fazer bolos e doces.

Sócrates - Então sê o melhor pasteleiro do bairro, da cidade, do país, do mundo! E vais ver que os outros irão-te pagar de acordo com o teu trabalho! Ganharás dinheiro por causa dos benefícios do teu trabalho e não porque as pessoas querem que tu ganhes dinheiro!

Autoria: Sandra Mendes


O que te move?



O que te move? 
O que te identifica, carateriza?

Quem ama, cuida.
Quem é apaixonado pela sua profissão, brilha e destaca-se dos outros colegas de trabalho.

terça-feira, 6 de junho de 2017

Expetativas, outra vez


Expetativas, outra vez.

Já falei várias vezes sobre o tema das expetativas.
Parece que ainda não foi suficiente.
Parece que ainda tenho que aprender mais alguma coisa.

As pessoas têm necessidades, desejos, queres, exigências, reclamações e esperam que as coisas caiam do céu.

Uma pessoa pede um serviço e se a outra pessoa não consegue oferecer esse serviço tal como era idealizado pelo pedinte, o pedinte reclama.

O que deve fazer a prestadora de serviços?
. tentar tudo para prestar o serviço pretendido
. aceitar que falhou e recomendar que o pedinte procure outro prestador de serviços
. convencer o pedinte que deve aceitar o serviço oferecido inicialmente
. dar tempo ao tempo porque a vida mostrará se o serviço foi prestado corretamente.

A vida oferece-nos as pessoas, as  circunstâncias ou as situações que nos levam a evoluir espiritualmente. A vida não oferece as pessoas, as circunstâncias ou as situações que nos são mais confortáveis.

Nem sempre o que queremos, é o melhor para nós.

Aceitar isto, é o 1° passo para evoluirmos, para o nosso crescimento e desenvolvimento pessoal.

Viver para além da nossa zona de conforto leva-nos a crescer, a evoluir.

Autoria: Sandra Mendes

Qual o papel da formação prática em contexto de trabalho para a empregabilidade?

sábado, 3 de junho de 2017

Pingos de sabedoria


Quem tudo quer, tudo perde.
Quanto mais alto o voo, maior a queda.
Há que ter cuidado com os nossos desejos, sonhos.
É importante ter metas ambiciosas, mas devem estar em sintonia com a realidade onde estamos inseridos.
Se criamos ilusões, o mais provável é o surgimento da desilusão.
Passo a passo, vamos longe.
Grão a grão, enche o papo o cerrão.
Grandes metas, problemas devem ser divididos em pequenos objetivos, etapas, isto é, devem ser divididos em menores problemas. No final, será mais fácil seguir em frente e lidar com os problemas mais pequenos, bem como corrigir o nosso comportamento, a nossa atitude e rota/destino durante o nosso percurso.
Quando não sabemos para onde queremos ir, todos os caminhos são bons.
É importante experimentar, para descobrir os nossos talentos, qualidades, competências, interesses.
Conhecendo-nos bem, podemos escolher o que é melhor para nós.
Através da dor, sofrimento, medo, perdas, é possível tomarmos consciência do que é precioso para nós nesta vida.
Sabendo o que é importante e valioso para nós, podemos escolher melhor, viver simplesmente e relativar o que nos acontece de menos bom na vida.
Nunca nos conhecemos totalmente, pois a vida apresenta-se constantemente diferente: novas realidades, pessoas, culturas, circunstâncias, situações, experiências.
Fluir com a vida e confiar que a vida só nos trará as experiências que nos permitam evoluir.

Autoria: Sandra Mendes

sexta-feira, 2 de junho de 2017

terça-feira, 30 de maio de 2017

Não, é não


Não, é "não"...

Não, é mesmo "não".

Não, não é "talvez".

Não, não é um "sim disfarçado".

Há pessoas que não conseguem dizer "não".

Há pessoas que não percebem que quando dizemos "não", significa que "não".

Existe algum problema com a palavra "não"?

Ainda há muitos homens que julgam que quando as mulheres dizem "não", que nós estamos...
... a dizer "sim".
... a fazer joguinhos.
... a fazer nos de difíceis.

Costumo dizer que os homens são básicos. Mas quando toca a compreender as mulheres, eles complicam.

As mulheres podem ser mais simples do que eles julgam.

Autoria: Sandra Mendes

O que farias de diferente na educação?



Uma forma de controlar o povo/ a população é aplicar exames de avaliação no 1° ciclo de ensino, em vez de provas de aferição.

As pessoas aprendem a ler e a escrever sobre assuntos que interessam ao Estado. Mas com um momento de avaliação em vez de aferição, neste ciclo de estudos, é possível selecionar as pessoas que prosseguem os estudos e limitar lhes as oportunidades futuras no mercado de trabalho.

Além disso, com planos de estudos muito exigentes e extensos, é possível ainda limitar lhes o espírito crítico, a criatividade, a capacidade de aprender a aprender, a capacidade de síntese, a capacidade de procurar, selecionar as informações mais importantes e transformar informação em conhecimento (aplicar a teoria na prática).

Nestas condições (avaliações e programas de estudos extensos) será possível despertar o potencial das pessoas e aumentar as oportunidades de sucesso delas no mercado de trabalho?

Parece difícil, mas não é impossível?

Se não haveria manifestações e revoluções!!!

O que farias de diferente na educação?

Autoria: Sandra Mendes

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Somos perfeitos, dentro das nossas próprias circunstâncias



"Quando um obstáculo se atravessa na nossa vida, tentamos que nos tire apenas aquilo que é estritamente necessário. No fundo, tento que a doença não me limite mais do que aquilo que tem de me limitar. Mas tudo isto tem de ser feito com bom senso e ponderação."

"A doença muda sempre o olhar, não só o meu, como o das pessoas que estão à minha volta. Há sempre muito pudor em falar-se destes temas. Não é uma situação comum e, por isso, acaba por se tornar tabu. A doença, além de me ter apresentado a vida, também me apresentou a morte sem qualquer cerimónia. Portanto, ao ter uma noção mais consciente da minha finitude, acabo por viver mais. Quando concebemos o fim, começamos o nosso início. Para mim, a morte deixou de ser um tabu e passou a ser uma janela que deixo aberta para entrar mais luz, o que me permite viver com mais intensidade. É uma forma de ser mais feliz e de realizar os meus objetivos."

"Exteriorizo essas emoções, sim. Chorar faz parte. Tal como as alegrias, as tristezas também têm de ser vividas, porque fazem parte de nós e acabam por nos tornar maiores. Tento viver tudo com muita verdade e clareza. Também não posso dizer que não tenho medo da morte, porque tenho! Mas é isso que me alerta e me faz levantar do sofá e viver. Já estive por um fio várias vezes e isso não é propriamente o dia-a-dia normal de uma miúda de 19 anos. Mas tenho a sorte de ter este ‘abre olhos’ constante que me faz acordar. Sou constantemente recordada disso, da melhor ou da pior maneira. Mas tento ter uma vida o mais normal possível."

"Desde que tudo começou, nunca me perguntei: “Porquê a mim?”. Perguntava antes: “Porque não a mim?”. A queixa não tem valor nenhum se não vier acompanhada de uma solução. Todos podemos ter a perceção das nossas dores e sofrimentos, mas temos de fazer frente à vida. A comiseração não nos leva a lado nenhum. Temos de dividir um problema grande em probleminhas."

"Este é o meu porquê! Nada é justo ou injusto, mas tudo é suposto. Este é o meu suposto!"

"Sou uma mulher de fé e acredito que será como Deus quiser. Se tiver de me ir embora amanhã, irei, até porque acredito na vida eterna. Mas, enquanto cá estiver, vou tentar ser testemunho, dando-me aos outros, porque é para isso que somos feitos. A minha esperança reside nesta entrega desmedida que me faz sentir tranquila dentro da minha condição. O amanhã virá e cá estarei."

"Neste momento, a minha vida é um grande ‘logo se vê.’ Não faço muitos planos, porque não sei o que vai ser o amanhã. Só sei o que é o agora."

"Somos perfeitos, dentro das nossas próprias circunstâncias."


Respostas de Marta d'Orey numa entrevista à revista Caras

sábado, 27 de maio de 2017

Os cães ladram e a caravana passa


Eles falam, falam, mas não fazem nada.

Na vida é muito importante ter opinião e espírito crítico sobre as pessoas, situações e problemas.

Mas quando toca a agir, muitas pessoas hesitam e não fazem nada para mudar as situações. Dão desculpas, tais como: falta de tempo, falta de recursos, falta de conhecimentos, não são capazes, enfim...

Mas a razão maior para inação será medo de errar, de falhar, do ridículo, do desconhecido ...

Autoria: Sandra Mendes

Interesses


Interesses...

Todos nós temos interesses.

Todos nós somos movidos por algum interesse na vida.

Os interesses podem ser vários:
ser feliz
ser mais (ou menos) qualquer coisa - magra, rica, inteligente, bonita, amorosa, sensual, saudável, ativa, participativa, comunicativa, enfim uma infinidade de coisas
ter qualquer coisa - carro, casa, namorado, companheiro, marido, filhos, netos, sobrinhos, amigos, colegas de trabalho, emprego, carreira bem sucedida, um bom salário mensal, um bom rendimento mensal, paz, segurança, saúde, amor, dinheiro,reconhecimento social, popularidade, fama.
ganhar o euromilhões, uma competição, uma discussão, uma batalha, um conflito, um desafio.
fazer viagens, conhecer novas pessoas e culturas.
construir uma casa, uma família, uma carreira.
transformar mentalidades, mudar o mundo. 
deixar um legado.

Os nossos interesses estão diretamente ligados com as nossas necessidades.

E as necessidades podem ser várias e hierarquizadas como a Pirâmide de Maslow:
Necessidades fisiológicas, tais como a respiração, a fome, a sede, o sono, o sexo, a excreção, o abrigo;
Necessidades de segurança, que vão da simples necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa a formas mais elaboradas de segurança como um emprego estável, um plano de saúde ou um seguro de vida;
Necessidades sociais ou de amor, afeto, afeição e sentimentos tais como os de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube;
Necessidades de estima, que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos;
Necessidades de auto-realização, em que o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser. "... temos de ser tudo o que somos capazes de ser, desenvolver os nossos potenciais".

Conhecendo os nossos interesses, podemos perceber melhor as nossas necessidades.

Identificando as nossas necessidades, podemos procurar satisfazê-las através dos nossos interesses.

Por sua vez, conhecendo as nossas necessidades, podemos compreender melhor os nossos medos e comportamentos às várias circunstâncias da vida.

Autoria: Sandra Mendes

Expetativas


Expetativas...

O que é esperado de mim na vida?
É esperado... ser, ter, fazer...

Nós nascemos, crescemos, vivemos, envelhecemos e morremos.
Parece óbvio e determinante que todos nós teremos de passar por cada uma etapa para seguir para a próxima etapa.

Nós namoramos, noivamos, casamos, temos filhos e netos, divorciamos-nos ou enviuvamos.
Nós estudamos, licenciamos-nos, trabalhamos, empreendemos num novo negócio, reformamos-nos.
Esta sequência de acontecimentos parece lógica de acontecer. Mas será que nos dias que correm, qual é a probabilidade de viver estas etapas?

Será que seremos considerados como pessoas "normais" se não passarmos por algumas etapas ou se saltarmos algumas delas?

Se não seguirmos as etapas que a maioria da população segue, é motivo para sermos discriminados, segregados, ignorados, desprezados julgados?

Quem és tu para julgares que és melhor que eu, só porque eu não sigo as tuas regras?

Todos vivemos em sociedade, e como tal se queremos estar inseridos, devemos seguir e cumprir as regras dessa sociedade.

Se fugimos de ou quebramos algumas regras, a nossa infração não pode prejudicar a liberdade da outra pessoa, nem o respeito pela outra pessoa.

Ser reformador, sem ser rebelde.
Ser inovador, sem ser inconveniente.
Ser transformador, sem ser transgressor.

É um equilíbrio difícil de se alcançar.

Autoria: Sandra Mendes

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Não sei...



Dizer "Não sei"...
pode ser uma forma de colocar limites na relação com os outros.
pode ser um sinal de respeito por nós próprios.
pode ser uma forma de diminuir os níveis de exigência na relação com os outros.

Não temos de saber tudo na vida. Podemos ignorar, desconhecer...
Não temos de fazer tudo correto na vida. Podemos errar, falhar...
Não temos de ser para sempre na vida. Podemos morrer, desaparecer...

Nesta dimensão, tudo tem o seu tempo.
Para viver bem, devemos respeitar os nossos tempos e respeitaremos os tempos dos outros.


quinta-feira, 25 de maio de 2017

Como navegar em mares tempestuosos


Observa o que atrais (emoções, pessoas, situações) na vida, 
e saberás como anda a tua energia (íman).

Analisa como está o teu exterior, 
e saberás o que trabalhar internamente.

Muda as tuas crenças, os teus pensamentos, 
e mudarás a tua energia.

Muda a tua energia,
 e mudarás o que atrais para a tua vida.


terça-feira, 23 de maio de 2017

Amar Pelos Dois


Amar Pelos Dois
 
Se um dia alguém perguntar por mim
Diz que vivi para te amar
Antes de ti, só existi
Cansado e sem nada para dar

Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez devagarinho possas voltar a aprender

Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez devagarinho possas voltar a aprender

Se o teu coração não quiser ceder
Não sentir paixão, não quiser sofrer
Sem fazer planos do que virá depois
O meu coração pode amar pelos dois

Canção vencedora na Eurovisão, 13 de maio de 2017, em Kiev, Ucrânia
Interpretado por: Salvador Sobral
Composição por: Luísa Sobral

sábado, 20 de maio de 2017

Fluir...




“Não lute com a vida 
e a vida simplesmente se encarrega de te ajudar.”
música-mantra Ananda de Deva e Miten

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Tudo na nossa vida espelha o que somos



Se as nossas experiências refletem sempre as nossas convicções interiores, é perfeitamente possível olhar para as nossas experiências e determinar quais as nossas convicções. Talvez seja perturbante fazê-lo, mas, se olharmos para as pessoas que nos rodeiam, todas elas de algum modo espelham alguma crença a nosso respeito. Tudo na nossa vida espelha o que somos. Quando acontece qualquer coisa desagradável estamos perante uma oportunidade de olhar para dentro e perguntar: “Qual é o meu contributo para esta experiência? Que parte de mim acredita que mereço isto?”



Ideias retiradas do livro "O Poder está dentro de Si" de Louise Hay partilhadas na internet

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Recomeçar


Recomeçar do início... depois de ter alcançado a estabilidade pessoal, profissional, económica, amorosa, familiar, espiritual.
Grande desafio!
Que medo!
Grande oportunidade de crescimento e transformação pessoal!
É uma experiência transformadora!
É um Renascimento!
É um renascer, depois da morte!
Serias capaz de agir sobre as circunstâncias da vida ou o teu perfil é mais reagir perante as situações?

10 Maneiras de Amar a Si Mesmo:


Louise Hay propõe 10 Maneiras de Amar a Si Mesmo:
  1. Pare de se criticar. Se afirmarmos que estamos bem, sejam quais forem as condições, podemos introduzir facilmente a mudança. Todos mudamos, todos sem exceção. O nosso poder está na capacidade de nos adaptarmos e de fluirmos com o processo da vida. É importante consolidar a nossa auto-estima e a fé em nós mesmos. Quando somos críticos connosco mesmos apagamos a nossa criatividade e individualidade - o que nos distingue dos demais. A insegurança faz parte da natureza humana e não há ninguém perfeito. Tentar alcançar a perfeição só origina mais pressão e atrasa-nos na descoberta das áreas-chave que precisam de ser curadas.
  2. Deixe de se assustar a si mesmo. Viver sempre à espera que aconteça o pior é terrível. Parece que gostamos de apavorar-nos com os pensamentos mais terríveis e fazer com que as coisas pareçam ainda piores do que são. Se der por si a magicar sempre na mesma coisa, na mesma situação negativa, concentre-se numa imagem ou em algo que goste para substituir esse pensamento.
  3. Seja gentil, bondoso e paciente consigo próprio. A maioria de nós está viciado na compensação imediata e, por esse motivo, quer tudo na hora, sem ter de esperar por nada. A paciência é um instrumento muito poderoso. As respostas só surgem depois de aprendermos as lições e darmos os passos necessários. Quando estamos a aprender, não faz mal nenhum cometer erros.
  4. Aprenda a ser gentil com a sua mente. Os pensamentos podem ser olhados de um modo construtivo e não destrutivo. As experiências negativas servem a aprendizagem. Se formos gentis com os pensamentos negativos conseguimos deter a culpa, a recriminação, a punição e a dor. O relaxamento, a meditação e afirmações como “Amo-te. Está tudo bem.” ajudam a aliviar a tensão e o medo.
  5. Louve-se a si mesmo. A crítica quebra o espírito interior. O louvor ajuda a consolidá-lo. Elogie-se e felicite-se pelas suas qualidades com frequência.
  6. Amarmo-nos a nós próprios significa apoiarmos a nós mesmos. Peça ajuda e deixe os seus amigos ajudarem-no. Pedir ajuda quando precisamos dela é uma manifestação de força.
  7. Ame as suas caraterísticas negativas. Todas elas são a sua criação, tal como cada um de nós faz parte da criação de Deus. A inteligência divina que nos criou sabe que estamos a fazer o melhor que podemos e ama em absoluto a sua criação. Também nós podemos amar da mesma forma as nossas criações. Sejam quais forem os padrões negativos, podemos aprender a preencher essa necessidade de um modo bastante mais positivo. Por isso é importante colocarmos a questão “O que é que eu ganho com esta experiência?”
  8. Cuide do seu corpo. Olhe para ele como a casa linda onde habita. Por isso tenha cuidado com o que introduz no seu corpo. Encontre um exercício físico de que goste, que lhe dê prazer, e crie uma atitude mental positiva sobre a sua prática regular. A combinação de afirmações com o exercício é um método excelente de reprogramar os velhos conceitos negativos que temos sobre o nosso corpo e a nossa forma.
  9. Realize trabalho em frente ao espelho. Este tipo de trabalho é uma oportunidade para encontrar a razão de ser de qualquer questão que nos impede de amar a nós mesmos. Podemos praticar o trabalho em frente ao espelho de muitas maneiras. Uma forma é, logo pela manhã, olhar para o espelho e dizer “Gosto de ti. O que é que eu posso fazer hoje por ti? Como é que eu posso fazer-te feliz?”. Ouça a sua voz interior e comece a seguir os seus conselhos. Se durante o dia acontecer uma coisa desagradável, vá ao espelho e diga “Gosto de ti à mesma”. As coisas vêm e vão, mas o amor dentro de nós é constante e é a qualidade mais importante na nossa vida. Se acontecer uma coisa boa, dirija-se ao espelho e agradeça. Reconheça em si a capacidade de criar experiências maravilhosas. Em frente ao espelho também pode perdoar a si e aos outros. Experimente falar com os outros, especialmente quando tiver medo de falar pessoalmente com alguém ou quando estiver magoado. As pessoas que sentem dificuldade de gostar de si mesmas normalmente têm dificuldade em perdoar. Quando perdoamos não tiramos apenas um peso de cima dos nossos ombros, mas também abrimos uma porta de amor por nós próprios. As afirmações feitas em frente ao espelho são vantajosas no sentido em que aprendemos a verdade da nossa existência. Quando fazemos uma afirmação e temos logo uma resposta negativa na ponta da língua, do género “Mas quem é que tu queres enganar?”, na verdade acabamos de receber uma dádiva, é-nos revelada a chave para a liberdade. Converta essa resposta negativa numa afirmação positiva, por exemplo “Mereço tudo o que é bom. Eu permito que as boas experiências preencham a minha vida.” Repita essa afirmação até ela formar uma nova parte da sua vida.
  10. Ame-se a si próprio já. Não espere até que esteja tudo bem consigo. A insatisfação connosco é um velho padrão que temos de quebrar. Se conseguir estar satisfeito, se puder sentir o amor e a aprovação, então poderá desfrutar verdadeiramente o momento em que o bem entrar na sua vida. Gastamos tanta energia a tentar fazer os outros mudar. Se utilizássemos metade dessa energia em nós, ficávamos diferentes de certeza e, se ficássemos diferentes, a interação dos outros connosco seria também diferente.

Não podemos adquirir a experiência de vida pelos outros. Cada um de nós tem de aprender as suas lições particulares. Tudo o que podemos fazer é aprender por nós próprios e o amor por nós é o primeiro passo. Louise Hay defende que o amor incondicional é a razão pela qual todos viemos ao mundo. Para o atingirmos temos de começar pela aceitação de quem somos e a aprender a amar-nos.



Ideias retiradas do livro "O Poder está dentro de Si" de Louise Hay partilhadas na internet

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Amarmos-nos a nós próprios




A solução/cura para todos os problemas/doenças é: Amarmos-nos a nós próprios.

Segundo Louise Hay, o amor é uma apreciação profunda. Por isso, amarmos a nós mesmos significa termos uma apreciação profunda por quem somos, aceitando os mais diversos aspectos de nós próprios, as pequenas peculiaridades, os embaraços, as coisas que não fazemos tão bem, e do mesmo modo, as nossas qualidades. Contrariamente ao que deveríamos, a maior parte das vezes condicionamos o nosso amor. Amamo-nos se perdermos peso, arranjarmos emprego, um aumento, um companheiro... Por isso, necessitamos de aprender a amarmos-nos tal e qual como somos agora, sem condições.

Quando amamos quem somos, não faremos mal a nós próprios, nem a mais ninguém. Com a paz interior que o amor próprio providencia cessamos o conflito, a escassez, e a doença. 

"O amor próprio é a dádiva mais importante que podemos oferecer a nós próprios e ao mundo."
Louise Hay 

Textos retirados do livro "O Poder está dentro de Si", de Louise Hay

terça-feira, 16 de maio de 2017

segunda-feira, 15 de maio de 2017

domingo, 14 de maio de 2017

Identidade: Respeito, Tolerância e Limites



Um dia a raposa foi visitar a cegonha e convidou-a para jantar.
Na noite seguinte, a cegonha chegou a casa da raposa.
- Que bem que cheira! – disse a cegonha ao ver a raposa a fazer o jantar.
- Vem, anda comer. – disse a raposa, olhando o comprido bico da cegonha e rindo-se para si mesma.
A raposa, que tinha feito uma saborosa sopa, serviu-a em dois pratos rasos e começou a lamber a sua. Mas a cegonha não conseguiu comer: o bico era demasiado comprido e estreito e o prato demasiado plano. Era, porém, demasiado educada para se queixar e voltou para casa cheiinha de fome.
Claro que a raposa achou montes de piada à situação!
A cegonha pensou, voltou a pensar e achou que a raposa merecia uma lição. E convidou-a também para jantar. Fez uma apetitosa e bem cheirosa sopa, tal como a raposa tinha feito. Porém, desta vez serviu-a em jarros muito altos e estreitos, totalmente apropriados para enfiar o seu bico.
- Anda, vem comer amiga Raposa, a sopa está simplesmente deliciosa. - espicaçou a cegonha, fazendo o ar mais cândido deste mundo.
E foi a vez de a raposa não conseguir comer nada: os jarros eram demasiado altos e muito estreitos. 
- Muito obrigado, amiga Cegonha, mas não tenho fome nenhuma. - respondeu a raposa com um ar muito pesaroso. E voltou para casa de mau humor, porque a cegonha lhe tinha retribuído a partida.

MORAL – Nunca faças aos outros o que não gostas que te façam a ti.


História de Jean de La Fontaine (retirado daqui)

terça-feira, 9 de maio de 2017

Teorias sobre relacionamentos


Teorias sobre relacionamentos...

Um homem casa com uma mulher para...
. se sentir igual aos outros homens
. se sentir integrado no seio dos homens
. ganhar poder, status no grupo dos homens
. mostrar aos outros homens que é capaz, competente

Um homem namora com uma mulher bonita para...
. impressionar os outros homens
. fazer inveja aos outros homens
. a mostrar aos outros homens
. competir com os outros homens

Um homem fala dos seus feitos sexuais com as mulheres para...
. fazer inveja aos outros homens
. competir com os outros homens
. se sentir integrado no seio dos homens
. ganhar reputação
. mostrar aos outros homens que é capaz, competente, viril

Uma mulher casa com um homem  porque procura...
. amor
. segurança
. força
. competência
. dinheiro
. status

Uma mulher namora com um homem bonito porque...
. é mais fácil amar a outra pessoa
. aconteceu, pois o mais importante é a essência, o carácter, a personalidade do homem, do que a sua aparência física

Uma mulher fala dos defeitos dos homens porque...
.é intolerável um homem ser menos competente do que uma mulher

Um/uma homem/mulher comprometido/a é mais cobiçado pelos outros pares do que um/uma homem/mulher solteiro/a.

Ideias inspiradas em comentários do psicólogo Quintino Aires

Vale a pena recordar

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Porquê viver?


Um filho pode-nos dar...
um sentido para a vida,
um propósito de vida,
um motivo para viver.

Mas quando o filho morre!?
Como fica a nossa vida?

O sentido, o propósito, o motivo deixa de existir, deixa de fazer sentido.
Como continuar a viver assim?

É com a morte de um filho que as pessoas são obrigadas a repensar a sua vida e a sua respetiva direção.

Se o motivo para viver desapareceu, há que encontrar outras motivações para continuar a viver.

Porque vivemos? Para quê?

O que fazer para voltar a encontrar um propósito?

Estabeleça metas, objetivos, planos.
Sonhe, trabalhe por projetos.
Sonhe e a obra acontece.

E há tantas boas razões para continuar a viver!!!

Autoria: Sandra Mendes

terça-feira, 2 de maio de 2017

No final, tudo dará certo



No final, tudo dará certo, porque sentir, é o que nos dá sentido…

Medo das perdas


Todos nós gostamos de segurança e da estabilidade nas relações interpessoais, amorosas, de trabalho ao longo do tempo.
Situações de crise, de instabilidade, de insegurança, de mudança podem ser dolorosas, mas também podem ser transformadoras.
Quando perdemos tempo, uma casa, uma pessoa, uma parte do nosso corpo pode ser difícil, mas pode ser um momento transformador em nossas vidas.
Podemos amuar, fazer birra, ficar com raiva ou mágoa, mas o melhor é, chorar, aceitar a partida e agradecer a benção de ter partilhado momentos com aquilo ou quem parte.
Nada nem ninguém é de ninguém.
Tomar consciência disso dá-nos serenidade para vivermos as várias circunstâncias da nossa vida.

Autoria: Sandra Mendes

segunda-feira, 1 de maio de 2017

O que é que não queres para a tua vida?


É importante saber o que queremos mas é mais importante saber o que não queremos.
Quando sabemos o que não queremos, tomamos decisões/escolhas mais ajustadas ao que somos e ao que queremos ser.
Quando sabemos o que não queremos, somos mais sensíveis quando as outras pessoas ultrapassam os nossos limites e podemos rapidamente corrigir a situação de forma a repor os limites.
Quando sabemos o que não queremosnão perdemos tempo com situações, com pessoas, com emoções que não queremos para a nossa vida.
Quando sabemos o que não queremosvalorizamos mais aquilo que queremos, aquilo que temos, aquilo que somos.

Autoria: Sandra Mendes

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Aceite-se


"Simplesmente aceite-se como você é. 
Não se condene, nada deve ser condenado, nada deve ser julgado. 
Não há como julgar, não há como comparar, porque cada pessoa é única. 
Nunca houve alguém como você e nunca haverá novamente. 
E esse é o jeito que a existência o quer; é por isso que você é desse jeito. 
Então, não lute com a existência, e não tente se melhorar, caso contrário você criará uma confusão. 
É assim que as pessoas criam uma confusão de suas vidas.
Esta é a minha mensagem para você: aceite-se." 
Osho

Respeitar o "tempo certo"


Respeitar o "tempo certo".
Tudo tem o seu tempo.
Ter humildade para entender que nem tudo é possível.
Ao aceitarmos os limites, evoluímos como pessoas.
3 virtudes fundamentais para saber viver:
paciência - para lidar com as diferenças
prudência - a fim de jamais confiar inteiramente em ninguém
persistência - para compreender que muitas vezes é preciso bater várias vezes na mesma porta.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Porquê eu?


Não vale a pena fugir do que tiver que ser.
Não vale a pena fugir do que tiver que acontecer.
O que tiver que ser, será.
O que tiver que acontecer, acontecerá.
Só espero que seja o melhor para todos os envolvidos.
Só espero que aconteça o melhor para todos os envolvidos.
Enfrentar a dor, a desilusão, a crise, o desemprego, o "não"... pode ser difícil e ser tentador fugir...
Mas se decidirmos enfrentar as situações também podemos retirar lições, aprendizagens.
Mas se decidirmos enfrentar as situações também podemos ter a excelente oportunidade de experimentar novas emoções, conhecer novas pessoas, alcançar novos horizontes e perspetivas.
Fugir ou enfrentar? O que é mais corajoso de se fazer?

Autoria: Sandra Mendes

sábado, 22 de abril de 2017

O imprevisível é previsível !?


A coisa mais previsível da vida é que o imprevisível acontece.
De uma hora para outra, qualquer coisa pode mudar.
Na hora em que o imprevisível pular à sua frente, mantenha-se firme e confie em Deus, pois Ele pode ter projetos mais grandiosos do que alguma vez imaginou.
Além disso, e se o imprevisível o fizer perder alguma coisa? Perder tudo seria muito mais doloroso, se você tivesse alguma coisa.

Texto inspirado em textos existentes na internet

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Relacionamentos doentios



Relacionamentos doentios

Uma pessoa manipuladora é egoísta, egocêntrica, sedutora, atraente. Faz-se de "vítima" ou "mártir", não tem em conta os direitos e necessidades do outro, procura conhecer e usar as fragilidades do outro. Tenta influenciar o comportamento da outra pessoa, recorrendo a estratégias pouco transparentes para que o outro aja da forma que pretende. Há uma necessidade de controlo e poder, com promessas, ameaças ou chantagem (muitas vezes emocional e dissimulada) para chegar onde pretende. Pode chorar ou implorar, e/ou ter um tom mais agressivo.

De modo geral, estas pessoas relacionam-se com pessoas "cuidadoras", "salvadores de pessoas" isto é, que vivem sobretudo para os outros e tendem a fazer tudo para evitar conflitos, mesmo que implique anular a expressão dos seus sentimentos e abrir mão de qualquer limite que considerem razoável ou justo.

Da parte dos "cuidadores", quando nestas relações, há muitas vezes sentimentos de culpa provocados e procuram responder a qualquer necessidade levantada pelo outro, acreditando sempre na sua mudança e que podem fazer a diferença na vida do outro. Criam-se assim dinâmicas co-construídas em que ambos contribuem para manter uma pseudo-harmonia, em que o bem-estar está obviamente corrompido, não obstante possa haver uma aparência de equilíbrio.

Como lidar com pessoas manipuladoras:

A pessoa "cuidadora" pode naturalmente redefinir a forma como está na relação.

saber dizer "não", é um direito seu e uma forma de proteção.

estabelecer limites. Saiba até onde é tolerante com o comportamento das outras pessoas e não permita que elas ultrapassem os seus limites. Respeite-se. Respeite o seu ritmo, as suas emoções, o seu tempo, os seus recursos.

evitar ficar culpado. Pergunte a si mesmo: "Será que a pessoa me trata com respeito?", "Será que ela me faz pedidos razoáveis e espera demais de mim?", "Estarei numa relação unilateral?", "Eu me sinto bem comigo mesmo neste relacionamento?" Se as respostas forem "não", o problema reside no manipulador e não em si próprio.

ser assertivo. Um manipulador geralmente distorce os fatos para parecer mais atraente. Quando houver uma distorção da realidade, peça esclarecimentos. Fale positivamente da outra pessoa e foque-se nos pontos de vista em que estão de acordo.

perceber como se sente nesta relação. É muito importante identificar os seus sentimentos nesta situação. Sente-se oprimido, pressionado, obrigado a fazer coisas que preferia não fazer? Será que o comportamento da outra pessoa o afeta o tempo todo, de modo que depois de ajudá-lo de alguma forma ele ainda espera que ofereça ainda mais ajuda e apoio? As suas respostas devem servir de orientação sobre a direção que o relacionamento está a tomar, bem como sobre a direção que o relacionamento deve tomar.

não desistir de si e reafirmar o seu próprio valor.

O importante será refletir sobre as suas aspirações e necessidades, a forma como está na relação e o que pretende da mesma. Quais os limites que sente que estão a ser ultrapassados? Já conversaram sobre possíveis mudanças? O que sente ser fundamental para o seu bem-estar?

Texto inspirado em vários artigos retirados da internet

O impacto das primeiras impressōes


"É mais fácil ensinar algo do que fazer alguém esquecer alguma coisa."

Autoria desconhecida